LUIS FELIPE ROMANO

Tudo começou aos 14 anos quando Vera Passos, minha tia-avó, me deu uma camera na mão, alguns anos depois tive minha formação artística - ou pelo menos o inicio dela - na Faculdade de de Arquitetura e Urbanismo no prédio da Escola de Belas Artes (EBA-UFRJ), no Fundão. Larguei a faculdade imediatamente quando vi que a mesma poderia me tirar das minhas atividades fotográficas, no inicio pratiquei bastante em fotos de Palco (Teatro) e fotojornalismo. Como um bom ariano sou uma pessoa dinâmica e comunicativa, tendo sempre como maior interesse um aprimoramento pessoal, profissional e a defesa dos interesses da empresa e cliente, focando sempre no melhor do meu trabalho. 

Com Experiência de 13 anos de empenho e muita satisfação, tenho em meu currículo trabalhos como Cinematografo: como operador, assistente de câmera e Diretor de Fotografia, em produtoras de renome no cinema nacional filmando com HDSLR’s e EVA, Alexia, ARRI, Red EPic e Scarlet: Comecei na Natasha Filmes da produtora Paula Lavigne, Centauro Filmes do Diretor Gustavo Nieto Roa, Chaumon Audiovisual filmando peças de teatro e lives em todo Brasil e Programas pra Multishow como a série “Vendemos cadeiras” etc, Arpoador Comunica Filmes para Rede Globo como Criança Esperança, e ainda videoclipes, shows e teasers autorais, na LC Barreto e Filmes do Equador, uma das maiores produtoras de cinema do Brasil de Luis Carlos e Lucy Barreto e em Documentários como o “Nossos mortos têm voz” pra Quiprocó Filmes. Outro Documentário que dirigi a fotografia foi o “Bom dia, Ipanema” de Joaquim Castro pela Na Laje Filmes. E ainda Operando SteadyCam e fazendo parte da Direção de Fotografia do filme “BRT716” rodando com Domingos de Oliveira e seu caos criativo juntos com a família AgenteJunto e FORTE Filmes. Hoje estou produzindo um Projeto Autoral que fala das/paras pessoas LGBTs e minha missão como fotografo é fazer uma fotografia social, que atinja a mim, a pessoa fotografada e a todes que de algum forma se sintam transformades pela fotografia.

Palestra:

FOTOGRAFIA COMO OBJETO DE DESCONSTRUÇÃO DA NÃO BINARIEDADE.

C O N F E R Ê N C I A   D E   F O T O G R A F I A ,   A R T E   E   C R I A T I V I D A D E

CAMPOS DOS GOYTACAZES / RJ

22. 3233-3786 | 22. 99890-9330

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